O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, apresentou nesta segunda-feira um balanço detalhado das articulações políticas e dos palanques estaduais que darão suporte à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o dirigente, a coligação nacional “O Brasil Pronto Pra Mais”, composta por sete partidos do campo democrático progressista, representa a maior e mais ampla aliança já construída pela legenda em uma disputa presidencial. O anúncio ocorre logo após o lançamento oficial da campanha, realizado no último domingo no histórico estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), berço político de Lula, que reuniu cerca de 40 mil apoiadores.
No mapeamento das forças regionais, o PT confirmou o lançamento de candidaturas próprias ao governo em 12 unidades da federação: Maranhão, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Piauí, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rondônia. Nos outros 15 estados, a sigla consolidou alianças com partidos aliados para dar palanque ao presidente. Além disso, a estratégia eleitoral do partido inclui a disputa por 19 cadeiras no Senado Federal em 18 estados, com o apoio a candidatos de outras nove legendas parceiras, além de forte presença na concorrência para a Câmara dos Deputados e assembleias legislativas de todo o país.
O principal objetivo da ampla coalizão, conforme destacado por Edinho Silva, é unificar o campo democrático ainda no primeiro turno para fazer frente às forças opositoras e ao que classificou como autoritarismo. No plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PT projeta eixos centrais que impactam diretamente o desenvolvimento socioeconômico nacional, como a transição energética, o avanço de projetos com foco em terras raras, a universalização da educação em tempo integral, o combate ao feminicídio e a redução das filas no Sistema Único de Saúde (SUS). O dirigente também alertou contra tentativas externas de interferência no pleito, criticando a postura agressiva do governo de Donald Trump nos Estados Unidos e reafirmando a soberania brasileira sobre suas reservas minerais.
Diante do cenário eleitoral, o presidente do PT reforçou que a prioridade de Lula continua sendo a gestão do país, o que exigirá uma conciliação cuidadosa com os compromissos de campanha. “A primeira estratégia do presidente Lula é continuar governando o Brasil. Vamos conciliar as agendas de campanha dentro dessa prioridade”, declarou Edinho Silva, informando que o cronograma de viagens do presidente e da primeira-dama, Janja Lula da Silva, será definido semanalmente. Quanto à lisura do processo eleitoral, o dirigente manifestou plena confiança nas instituições brasileiras e, especificamente, na atuação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, para conter eventuais ingerências externas.
Para os próximos passos, a coordenação da campanha prevê a realização de um evento oficial de lançamento do programa de governo, no qual o presidente Lula deverá palestrar e detalhar os eixos centrais das propostas. A participação do candidato em debates e entrevistas também passará por avaliação interna nos próximos dias. Segundo o partido, o programa de governo atual não é estático e continuará sendo aprimorado e atualizado à medida que avancem as negociações e os diálogos com novas frentes políticas e movimentos sociais de apoio à candidatura.
O PT tem que ser democrático internamente e não só de discursos, as verbas destinadas as candidaturas de deputado estadual deveriam ser destinadas por igual e não classificar como time de futebol g1, G2, G3,ou seja seria A , B e C e vença quem for melhor e não quem eu quero que seja, no caso priorizar quem já tem um maior recurso e sim ajudar ao que tem menos ou dar por igual e vença o melhor ou o que seja mais articulado. Falo isso pelo Maranhão que sou candidato a deputado estadual e sinto essa indignação.
Marcelo-coletivo Resistência candidato a deputado estadual do Maranhão 13213, é evangélico e inicia a sua caminhada conversando com lideranças evangélicas para da o apoio as candidaturas da esquerda principalmente do PT
O PT tem que ser democrático não só internamente e não só de discursos, as verbas destinadas as candidaturas de deputado estadual deveriam ser destinadas por igual e não classificar como time de futebol g1, G2, G3,ou seja seria A , B e C e vença quem for melhor e não quem eu quero que seja, no caso priorizar quem já tem um maior recurso e sim ajudar ao que tem menos ou dar por igual e vença o melhor ou o que seja mais articulado. Falo isso pelo Maranhão que sou candidato a deputado estadual e sinto essa indignação.
Vamos a luta meu presente do Brasil e meu presidente geral Edinho, secretaria de juventude de São Mateus -MA Gardênia lira